quinta-feira, 6 de setembro de 2012
[..] Ele *
“Eu achava que entendia, mas não era verdade. Eu tinha que acreditar nisso, em toda essa história, começada por apenas um: você e eu. Confesso, não é tão fácil acreditar em algo que é totalmente diferente daquilo que você mesma imaginou na sua cabeça, mas eu tive que entender. Eu acreditei… Não bastava apenas troca de olhares, deveria haver muito mais. Eu vi muito mais. Vi a intensidade, eu vi o brilho, eu vi tanta paixão quando aqueles dois olhares se cruzaram, os nossos olhares. Parecia que eu via um filme, que passava entre meus olhos naquele mesmo instante. Era como se eu nos assistisse e mais do que isso, pudesse prever o que aconteceria logo depois. Mas não foi bem assim, você mudou os planos. Tão ruim interromper um processo ao meio mesmo quando não se sabe o que virá depois. Eu acreditei, mas não era verdade. Acreditei que haveria o futuro, naquilo que durou apenas um tempo, aliás, pouco tempo. Acreditei em tudo, até mesmo quando disse que logo voltaria. Eu te entendi, te compreendi, te aceitei. Eu poderia amar por dois por quanto tempo fosse preciso. Eu imaginava que um dia eu amaria só por mim e a sua parte faria você mesmo. Tanta coisa tive que aceitar, tanto tive que entender, mesmo sem querer. Pra no fim, não conseguir entender mais, muito menos aceitar. Que tanto fiz, pra acabar não ficando com você.”
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